Os meus versos preferidos (Civilizações e Culturas Clássicas, Módulo 1)

Das leituras obrigatórias para o Módulo 1, quais os versos que mais gostaram de ler e que a vossa memória reteve?

Os ex-alunos também podem participar.

11 comments

  1. Na Ilíada:
    Canto IV versos 429-483
    Todo o canto XXIV.
    Na Odisseia:
    Todo a Obra.
    Na Lísistrata:
    Não gostei da Obra.
    As mulheres que celebram as Tesmofórias:
    Boa comédia, mas preferi ler a “Lísistrata”

  2. Na Ilíada: Canto VI- Despedida de Heitor de Andrómaca e do filho: Verso 429/430 -(“Heitor, tu para mim és pai e excelsa mãe; és irmão e és para mim o vigoroso companheiro do meu leito”).
    Na Odisseia: Toda a obra.

  3. Odisseia: Canto XI, versos 489/491- Descida aos infernos.
    “Eu preferiria estar na terra, como servo de outro, até de homem sem terra e sem grande sustento, do que reinar aqui sobre todos os mortos”(Aquiles).

  4. Adorei o discurso de Andrómaca quando pede para Heitor não ir para guerra pois para Andrómaca é seu pai e mãe, no canto VI “Heitor, tu para mim és pai e excelsa mãe; (…)” canto de uma ternura tremenda
    Canto XXII o duelo mais esperado e que queria mais tensão emotiva , bastante interessante e apelativo vicia definitivamente.
    Canto XXIII não é nada apelativo bastante aborrecido os jogos fúnebres em honra de Pátroclo acabam por ser muito descritivos e não despoltam tanta adrelina de ler como o canto anterior (o duelo de Aquiles e Heitor)

  5. Na ilíada:

    o canto III: em resumem Páris desafia Menelau para um duelo, propondo decidir o destino da guerra. Menelau vence, mas Páris sobrevive, salvo por Afrodite.

    A influencia dos deuses, na obra e sem duvida fascinante, nos permite perceber a importância que tinham os deuses na civilização e na cultura clássica grega.

    Na Odisseia:

    E uma obra épica mais fascinante, e de fácil entendimento, uma trama muito mais interessante, que nos envolve e que de maneira que vamos lendo nos da mais oportunidade de podermos imaginar cada acontecimento da obra.

  6. Canto XI, verso 205-214
    Assim falou; e, ponderando no coração, pretendi então abraçar a alma da minha mãe falecida.
    Três vezes me lancei para ela, dizendo-me o espírito que a abraçasse! Três vezes ela se evolou dos meus braços como sombra ou sonho; a minha dor tornou-se mais aguda e falando-lhe proferi palavras apetrechadas de asas:

    `Minha mãe, porque não esperar por mim quando quero segurar-te, para que até na mansão de Hades nos abracemos e nos deleitemos à nossa vontade com frígidos lamentos?
    Será este um fantasma que me mandou a altiva Perséfone, para que eu chore e me lamente ainda mais?`

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